13.6.11
O dia em que conheci meu muso Daniel Gildenlöw
Amores breves de sempre, como estão?
Trabalho + Estudos + Namoro + Trabalho = Ausência.
Venho por meio desta para informar a todos meus leitores (três, no máximo), que depois de seis longos e chorosos anos, o PAIN OF SALVATION voltou para o Brasil e, CLARO, que esta que vos tecla foi ao show novamente. Já na madrugada de sábado para domingo eu sofri um revertério emocional e o papel higiênico foi meu melhor companheiro. Comentário desnecessário? Seria para aqueles que me imaginam como eu imagino o Daniel Gildenlöw – Ele não tem revertério. Vide:
http://senhoraprozac.blogspot.com/2011/01/comer-rezar-amar-e-cagar.html
Fiquei no ápice da ansiedade, no melhor estilo fã de Fábio Júnior da década de 80 (DÚVIDA: quantas mulheres comeram a planta esperando o Jorge Tadeu?), não conseguia prestar atenção em nada e em ninguém, até que finalmente entrei no show, fiquei ali amiúde no canto do palco contando os segundos e após fazer uma cara de cachorro triste para o segurança, ele deixou que eu me acomodasse na frente do palco.
BRASIL! Quando o Daniel Gildenlöw entrou no palco, eu não sabia se chorava, se gritava, se desmaiava, se tinha orgasmos, mas me reservei ao direito de ficar enchendo o saco do Yuri ( @sleepychaos ) e do segurança falando que o Dan era lindo e que eu estava pra explodir de tes... de felicidade de estar vendo ele ali tão perto.
Sim, sou a típica fã babaca dele.
Cantei! Gritei! Chorei! Descabelei! Hidrovaginei! Desesperei! Quando ele cantou Second Love, tive vontade de subir no palco e bater na cara dele dizendo que o amava até ele responder que a recíproca era verdadeira e implorar para que eu parasse de bater nele.
No final do show, estava saindo com a cara de participante das Portas da Esperança quando se ganha o desejado, encontramos uma amiga do Yuri que nos informou que estava rolando um burburinho de que eles atenderiam os fãs, no começo não botei muita fé, mas depois... Me enfiei na fila e quando ganhei a senha para entrar não estava acreditando, eu chorava por dentro, em vários sentidos HAHAHAHAHAHAHAHA.
Quando chegou a minha vez de entrar, quis ficar por último e ali permaneci com a maior cara de idiota do mundo, eu não respirava, eu não piscava, eu não fechava a boca e uma lágrima escorria do meu olho esquerdo, EU ESTAVA PERTO DO DAN!!!!!!!!!!!
Chegada a minha vez, vi ele ali me olhando e esperando para tirar a foto (imaginei ele vestido de noivo me esperando na igreja, mas o sonho foi interrompido com um careca agilizando do meu lado), cheguei perto dele, abracei, encostei a cabecinha no ombro (na maior intimidade)e tiramos a foto.
Todo mundo que entrou só ganhou autógrafo do Dan, mas acho que ele sensibilizado com a minha cara de deslumbrada, passou o papel pra banda inteira autografar, enquanto isso eu fiquei PARALISADA olhando pra cara dele e RIDÍCULA como sempre, ao invés de falar alguma coisa, me limitei a fazer carinho de paizão no braço esquerdo dele.
Carinho de paizão ou carinho de cabeça de cachorro, aquele de incentivo, sabem? Pois bem... Ele olhou, sorriu e agradeceu.
Na hora de sair da sala, agradeci, dei parabéns e falei um “i love u” tímido. Não, gente, esse não foi de brisa suave de verão parisiense. Aliás, o “i love u” gritado foi no final do show, quando derrubei uns 10 do meu lado para pegar nas duas mãos dele HAHAHAHAHAHA.
E saí novamente do show com cara de deslumbrada, não era capaz de me preocupar com nada no mundo. Amor de fã é ridículo, o meu amor pelo Daniel Gildenlöw é ridículo, mas é o meu amor de fã. Pena que não pude dizer a ele o quanto eu gostava de seu trabalho, a paralisia momentânea não ajudou muito.
E ai está a foto que tirei com o Dan (trakinas deslumbrada) e uma dele como seu físico de zagueiro de pebolim se declarando em pensamento pra mim.
PUTA SHOW!!!!!!!! Bem melhor que em 2005. Poderia comentar algo sobre o show do Symphony X, mas o Pain Of Salvation foi de longe melhor...
Issae amores.
Beijos
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